Quem deseja evitar o uso dos desodorantes industrializados que estão cheios de produtos químicos (como alumínio) prejudiciais a saúde, pode testar uma das receitas caseiras que busquei pela internet. A única regra é EXPERIMENTAR. Como cada um de nós temos características biológicas diferentes, é preciso fazer pequenas mudanças nas composições ou cheiros que buscamos nesses produtos.
1- Limão: É excelente para evitar o odor da transpiração, apenas é preciso usar com cuidado para não manchar as roupas, o que pode acontecer facilmente. Para usar, é bom diluir o suco da fruta com água e colocar um uma garrafa spray para melhor aplicação.
2- Leite de magnésia (hidróxido de magnésio): É bem eficaz como desodorante e o menos prejudicial à saúde. Pode ser usado puro, ou diluído com um pouco de água.
3- Bicarbonato de Sódio: O próprio Bicarbonato de Sódio é capaz de evitar odores indesejados. É bom misturá-lo em uma solução 50% água, 50% álcool, porém não é necessário. Essa mistura é inodora, ou seja, não tem cheiro. Para aromatizar a solução é legal misturar algumas gotas de óleos como Tea Tree (antiséptico, antibacteriano e antifúngico) ou lavanda, podendo utilizá-los juntamente. Lembrando que você pode utilizar o aroma que mais lhe cair bem.
Dra. Rauni Kilde foi Ministra da saúde da Finlândia e nesse vídeo fala sobre a força que as grandes corporações tem sobre as decisões do governo, exemplificando com o caso da vacina da H1N1, a famosa gripe suína.
Qualquer pessoa que se diga um pouco racional deve ter conhecimento do lobby que existe entre as grandes empresas e os membros do governo, principalmente no caso das empresas farmaceuticas que geram bilhòes em renda todo ano. Vacinações em grande escala, partos feito com cesarianas, MEDO, MEDO, MEDO!! É só você ficar com medo que o dinheiro não tem preço, ai fica fácil para essas empresas retirarem aquilo que você conquistou com o seu suor. Pense nisso.
Essa notícia foi enviada por um amigo, o próprio designer Marcelo Monteiro.
O design é futurista e a ideia é inovadora: uma lavadora de roupas pequena, que pode ser transformada em secadora com um acessório acoplado. A forma de construção é menos complexa que a de eletrodomésticos comuns e torna o produto mais leve, econômico e sustentável. Esta é a EVA, um dos conceitos desenvolvidos no Designbras, pequeno estúdio de design movido pelas ideias dos sócios Marcelo Monteiro, 45 anos, e Ricardo Mondella, 37 anos.
Ambos cursaram design de produtos juntos, na Faculdade Armando Álvares Penteado, a Faap, em São Paulo. Ao final da faculdade, em 1998, estavam cheios de ideias e o eletrodoméstico era uma delas. Foi para desenvolvê-lo que os empreendedores montaram a empresa, em 2000, e conseguiram um patrocínio de pouco mais de R$ 200 mil pelo Programa de Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas, da FAPESP. Assim, eles construiram o protótipo da lavadora, que hoje é a maior aposta da dupla para chegar ao mercado.
A máquina concebida pelos designers pode ser acoplada na parede ou funcionar no chão. Após o ciclo de lavagem, é possível adaptar um acessório com uma pequena ventoinha, que injeta ar quente na máquina e a transforma em uma secadora.
Segundo o criador Marcelo Monteiro, a grande inovação do produto é o motor, em forma de anel. Ele é bem menor que o de máquinas comuns e reduz o peso do eletrodoméstico em cerca de 20%. “Como este motor é menos complexo que o de uma lavadora comum, e o restante do material é plástico, ela pode ser quase toda reciclada”, diz Monteiro.
Eles conceberam o produto desta maneira para torná-lo uma moeda de troca. “Depois de alguns anos com o produto, se a pessoa quiser adquirir alguma versão mais recente, ela pode usar a máquina antiga como parte do pagamento. As partes dela podem ser recicladas ou o produto pode ser remodelado para versões mais novas”, explica Monteiro.
A preocupação com sustentabilidade também está presente em outros aspectos do produto. O protótipo foi desenvolvido para uma capacidade de 3,5 quilos de roupa, usando até 80% menos água que as lavadoras comuns.
A máquina de lavar roupa ainda é só um protótipo, sem previsão para chegar ao mercado. Entre outros projetos, os sócios têm a ideia de um veículo individual elétrico que pode voar e um carro elétrico compacto. “Para o Fly Ego (transporte voador), a limitação é o peso das baterias, que ainda não permitem o voo. Mas a tecnologia está evoluindo e isto logo deve ser resolvido”, diz o designer.
O site Post Modern Times leva a proposta de produzir uma série de filmes curtos que discutem novas idéias sobre a consciência global e técnicas de transformações sociais e ecológicas. Os vídeos tem cerca de cinco minutos e meio, irei postar os que achei mais interessantes, um a um.
Chegamos ao último vídeo e deixei o melhor para o final. Esse vídeo fala sobre a democratização da web, como esse fator influencia na nossa cultura, no futuro de nossa sociedade. Certamente é o vídeo que eu mais gosto e espero que vocês também gostem.
Já faz um tempo que vi pela primeira vez essa intervenção e na hora achei MUITO interessante.
Quais são as interferências urbanas que nos fazem pensar? Todas as cidades estão cheias de razões (leia-se “problemas”) para a gente pensar: o problema das crianças nas ruas, dos que moram nas ruas, da segurança, do trânsito caótico, etc. O que não falta é problema, certo? Pois então, quantas vezes você realmente parou pra pensar e tentou resolver algum destes problemas?
O designer e artista plástico Alexandre Órion usou extrema criatividade e talento para nos fazer pensar e alertar para a poluição nas grandes cidades. O projeto intitulado “Ossário – Arte Menos Poluição” é uma intervenção pública feita no túnel Max Feffer entre a Av. Europa e a Av. Cidade Jardim. Na intervenção foram usados apenas panos limpos.
Uma informação interessante é que varios policiais abordaram o artista, porém nada podiam fazer, pois não é crime limpar a cidade. E o resultado é que a unica forma da prefeitura de apagar a intervenção era limpando a área.
Uma obra de sensibilidade que nos dá uma tapa na cara: assista ao vídeo.
O site Post Modern Times leva a proposta de produzir uma série de filmes curtos que discutem novas idéias sobre a consciência global e técnicas de transformações sociais e ecológicas. Os vídeos tem cerca de cinco minutos e meio, irei postar os que achei mais interessantes, um a um.
Esse vídeo se chama “Psychic Scientist”, com o depoimento de Dean Radin, cientista chefe do departamento de ciências noéticas e fala sobre a ciência e as variáveis que esta não pode explicar.
Segundo o Green Building Council Brasil, não há ainda uma estimativa de quando a campanha realmente conseguirá baixar a temperatura em um grau nas chamadas ilhas de calor. A avaliação é que primeiro é preciso mudar um conceito cultural, para daí massificar a ideia. “O importante, nesta primeira etapa, é que a campanha está atraindo parcerias importantes”, diz o gerente da GCB, no Brasil Benefícios dos telhados brancos Diminuição das ilhas de calor dos prédios/casas
Diminuição da emissão de CO2
Fácil aplicação e pouca manutenção
Reduz custo de ar condicionado em até 20%
Ação eficiente no combate ao aquecimento global
Benefícios dos telhados verdes
Redução da reverberação de som, o que proporciona maior conforto acústico.
Controle do fluxo de água pluvial, o que ajuda na redução de enchentes
Diminuição das ilhas de calor dos prédios/casas
Economia com gastos de energia, principalmente ar condicionado
Para quem quiser saber mais sobre o telhado verde, leiam o blog da Giuliana Capello moradora da Ecovila Clareando e repórter pelo planeta sustentável, onde ela fez um post essa semana falando sobre a oficina de telhado vivo. Eu tive a oportunidade de ver um telhado verde na mesma ecovila e com certeza acho o mais adequado.
O site Post Modern Times leva a proposta de produzir uma série de filmes curtos que discutem novas idéias sobre a consciência global e técnicas de transformações sociais e ecológicas. Os vídeos tem cerca de cinco minutos e meio, irei postar os que achei mais interessantes, um a um.
Esse episódio é com o depoimento de uma brasileira, Maria Alice Campos, madrinha do Santo Daime. Para quem não conhece, o Santo Daime é uma religião e utiliza o chá ayahuasca em seus rituais. O Daime é uma mistura de xamanismo com cristianismo, levando em conta a crença em Jesus, Maria e outros pontos.
Agência FAPESP – A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo divulgou nesta terça-feira (1º/12) o ranking ambiental dos municípios paulistas estabelecido em seu Projeto Estratégico Município Verde Azul.
Os 156 primeiros colocados cumpriram todos os itens estipulados no protocolo de intenções proposto pela Secretaria, perfazendo mais de 80 pontos de média. Por esse motivo, receberam o certificado Município Verde Azul. No ano passado, apenas 44 cidades haviam sido certificadas.
Santa Fé do Sul, na região de São José do Rio Preto, manteve-se na liderança pelo segundo ano consecutivo somando 94,4 pontos, seguido por Novo Horizonte e Guaraçaí na segunda e terceira colocações, respectivamente.
De acordo com a Secretaria, o protocolo de intenções, assinado por todos os municípios paulistas, estabelece dez diretivas ambientais a serem trabalhadas: esgoto tratado, lixo mínimo, recuperação da mata ciliar, arborização urbana, educação ambiental, habitação sustentável, uso da água, poluição do ar, estrutura ambiental e conselho de meio ambiente. Para ser avaliado, o município precisa apresentar um plano de ação que contemple os dez itens.
Além do aumento do número de cidades certificadas, o projeto Município Verde Azul conseguiu avanços importantes como a redução dos lixões no Estado, que passaram de 143, em 2007, para oito este ano. Outro ponto positivo foi o georreferenciamento de nascentes, levantado ao longo do ano. Ao todo, foram mapeadas 86 mil nascentes nos últimos 12 meses.
A capital paulista obteve nota 86, porém, por causa de seu passivo ambiental de áreas contaminadas, não obteve o certificado Verde Azul. O mesmo problema também impediu a certificação de outros sete municípios que obtiveram boas médias: Américo Braziliense, Borborema, Guzolândia, Mongaguá, Olímpia, Piedade e Rubinéia.
O site Post Modern Times leva a proposta de produzir uma série de filmes curtos que discutem novas idéias sobre a consciência global e técnicas de transformações sociais e ecológicas. Os vídeos tem cerca de cinco minutos e meio, irei postar os que achei mais interessantes, um a um.
Com depoimento de Rick Doblin, presidente da associação de estudos psicodélicos, o vídeo aponta a necessidade de mudança de consciencia como algo independe de estarmos próximos a um colapso ou não. Rick aponta que, estando ou não próximos de um divisor de águas, temos que fazer aquilo que trará bons frutos.